Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu filho unigênito,para que todo aquele que nele crê não pereça,mas tenha a vida eterna. joão 3:16 Image Hosted by ImageShack.us

O lado obscuro do Vaticano



Basílica no Vaticano.


Há séculos a Igreja Católica tem desempenhado uma forte
influência, não só no campo religioso, mas também em outros seguimentos
da sociedade mundial, influências que são, muitas vezes, em benefício
da própria igreja.



Os representantes da Igreja Católica se viam como responsáveis pela
administração da própria igreja, atuavam determinando reinados, quem
seria rico ou pobre etc. Os “Representantes de Deus aqui na Terra”
conduziam as riquezas, proibiam o enriquecimento de pessoas pobres
alegando que essas se encontravam em tal condição porque Deus queria
assim, e que tal realidade lhes garantiria um lugar no céu.



Por volta de 1184, o Vaticano criou um grupo de imposição da religião
Católica sobre aqueles que não aderissem ao catolicismo como religião,
a força era a maneira pelo qual o grupo agia, perseguindo e até matando
se fosse necessário.



A Igreja Católica travou uma luta (guerra) contra o avanço do
Islamismo, que já havia se expandido da Espanha à Índia. Longe dos
princípios religiosos, os padres começaram a desempenhar atitudes
ilícitas, como ter amantes, praticar a violência e ser corruptos.



A liderança Católica foi fragmentada somente em 1517, pelo teólogo
alemão Martinho Lutero, isso ocorreu com a Reforma Protestante, na qual
a prática cristã deveria ter outra “roupagem” ou configuração nos seus
princípios. A Reforma alcançou vários países europeus, e a partir daí o
papado já não possuía voz ativa diante dos cristãos.



Os setes pecados capitais



Essa expressão foi criada no século VI pelo papa Gregório I, que
elaborou uma lista apontando sete pecados. Tais pecados deveriam
ser repudiados pelos católicos, no entanto, a Igreja Católica deixou
vários vestígios de que não os cumpriam.



A seguir alguns dos sete pecados capitais praticados pela Igreja:



Preguiça: Se houve, passou despercebido.



Gula: Alguns papas usufruíam de grandes banquetes, um padre morreu após ter ingerido dois melões sozinho.



Avareza: Até hoje a Igreja Católica possui uma imensa
riqueza, decorrente do passado duvidoso e questionável quanto às suas
aquisições, foram criados documentos falsos para deter terras em nome
da mesma.



Inveja: Em busca de cargos dentro da igreja, alguns pontífices mandavam matar seus concorrentes, ou matava com as próprias mãos.



Ira: Alguns papas já chegaram a espancar cardeais.



Soberba: Há declarações de que o papa seria infalível em suas atitudes e práticas de ética e fé.



Luxúria: No início do cristianismo os padres podiam
casar e ter filhos, com o passar do tempo começaram a defender o
celibato (não ter relação amorosa), mas o pontífice Alexandre VI, teve
nove filhos com três mulheres diferentes e não escondia sua atração por
sua amante Giulia.


Fonte: Revista Aventuras na História,

Edição 15 - Maio - 2007- páginas 30 e 31

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